Inovação e Sistemas de Informação no Facebook

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Sandro

Anatomia de uma arquitectura Web SIG

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Para a parte da comunidade que ainda não deslindou completamente os componentes duma arquitectura WEB SIG e os seus respectivos papéis, aqui vai um pequeno e modesto contributo.

Arquitectura Web SIG

Um Web SIG tem como objectivo fundamental disponibilizar, a uma dada comunidade de utilizadores, acesso facilitado a informação geográfica e a ferramentas de modelação e processamento. Oferece uma arquitectura aberta e distribuída para disseminação de dados espaciais e aplicações Web de processamento na Internet. Esta característica faz com que as organizações facilmente distribuam conteúdos e aplicações de geoprocessamento sem grandes restrições de tempo e custo para os seus utilizadores ou consumidores.

Para implementação duma solução Web SIG empresarial existem várias arquitecturas possíveis, apresentando cada uma deles, obviamente, vantagens e desvantagens, e sendo umas mais apropriadas que outras a determinados contextos organizacionais. Não obstante à configuração final que esta arquitectura possa assumir, existem no entanto, componentes básicos e obrigatórios; que se passam a enumerar e descrever:

 

  • GIS Web Service ArchitectureCliente: tipicamente refere-se ao Web browser na máquina do utilizador. Na esfera Web SIG o Cliente é normalmente o local onde os utilizadores interagem com os dados espaciais ou com as ferramentas de análise espacial. É também o local onde os programas SIG oferecem diferentes formas de output para o utilizador em função de comandos, funções, tarefas e/ou ferramentas que são despoletados por algumas acções executadas no lado do Cliente ou do Servidor e que podem ter alguma lógica de negócio associada.
  • Servidor: a arquitectura de Servidor dum Web SIG geralmente tem quatro componentes: Servidor Web, Servidor Aplicacional, Servidor de Mapas e Servidor de Dados.
  • Servidor Web: é o que responde a pedidos enviados pelo Web browser via HTTP.
  • Servidor Aplicacional: é na sua essência um software que apoia o desenvolvimento, implementação e gestão dum número alargado de aplicações num ambiente distribuído. Actua como middleware que define, mantém e termina uma dada ligação entre o Servidor Web e o Servidor de Mapas. Também gere os pedidos concorrentes e faz o balanceamento de carga entre os Servidores de Mapas. O principal objectivo do Servidor Aplicacional é a separação da lógica de negócio da lógica de apresentação e lógica de dados.
  • Servidor de Mapas: é considerado o “cérebro” de qualquer aplicação Web SIG. Disponibiliza funções SIG tradicionais, como análise espacial, pesquisa – queries – sobre componente alfanumérica ou geométrica dos dados, geoprocessamento, e gera e disponibiliza mapas dinâmicos ao Cliente de acordo com os pedidos dos utilizadores.
  • Servidor de Dados: gere os dados, espaciais ou não espaciais, num sistema de gestão de base de dados relacional ou não relacional. As aplicações Cliente acedem, através dos respectivos intermediários, aos dados através de declarações SQL.

Geralmente os componentes apresentados são implementados numa arquitectura multi-camada, em que as camadas de apresentação, aplicacional e de recursos estão logicamente separadas. No contexto Web SIG o Cliente envia um pedido HTTP para o Servidor Web que o reencaminha para o Servidor Aplicacional. O Servidor Aplicacional responde ao pedido reencaminhando-o para o Servidor de Mapas apropriado gerindo a carga entre os respectivos Servidores de Mapas existentes. O Servidor de Mapas sintetiza o pedido e executa as funções SIG apropriadas requisitando os respectivos dados ao Servidos de Dados.

Arquitectura Servidor ESRI

Fazendo o mapeamento da arquitectura atrás descrita na plataforma de software ESRI, e no contexto duma arquitectura dita tradicional, ou mais usual – do tipo multi-camada – temos algo como:

  • A componente Servidor Web da arquitectura ArcGIS Server actua como Servidor Aplicacional da arquitectura genérica Web SIG apresentada anteriormente, e aloja os Web services e aplicações Web que usam recursos a ser executados nos Servidores SIG. Recebe pedidos dos Clientes e distribui tarefas pelos Servidores SIG.
  • Os Servidores SIG são equivalentes ao Servidor de Mapas na arquitectura genérica Web SIG. Os Servidores SIG alojam recursos SIG, como mapas, globos, roteiros de moradas, e expõem-nos como serviços para as aplicações Cliente. O Servidor SIG é composto por duas partes distintas: o server object manager (SOM) e o (ou os) server object container (SOC). Como o nome indica, o SOM gere os serviços que estão a ser executados no Servidor. Quando um Cliente faz o pedido de um determinado serviço, é o SOM que o providencia i.e. o SOM liga-se a um ou mais SOC. Os SOC alojam serviços que o SOM gere. Dependendo da configuração física da arquitectura Web SIG implementada, o SOM e o, ou os, SOC podem estar instalados na mesma ou em diferentes máquinas.
  • O Servidor de Dados contem os recursos SIG que são publicados como serviços no Servidor SIG.

ArcGIS Server System Architecture

 

Tipicamente as aplicações Cliente são Web, móvel ou Desktop e ligam-se via HTTP aos Web services do ArcGIS Server ou via LAN/WAN aos serviços locais.

Os componentes de software da arquitectura ArcGIS Server podem ser implementados sob diferentes combinações de plataformas suportando tanto os requisitos disponíveis do sistema como capacidade de escalabilidade. Contudo, apesar da flexibilidade, a localização dos diferentes componentes e as configurações de software seleccionadas têm impacto directo na capacidade do sistema, na sua fiabilidade, e performance global.

Colaboração – A Música como um exemplo

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Colaboração entre todos e para todos!

Este é um dos tópicos mais emergentes nos dias de hoje, seja em qualquer Sistema seja em qualquer Rede. Neste artigo encontra-se um belo exemplo de como a colaboração online é possível até mesmo na múscia, originando resultados fantásticos!

Deixo-vos aqui um vídeo do Johnny Cash, o famoso Man in Black. Este é o resultado de um projecto de colaboração online – The Johnny Cash Project. Os autores disponibilizaram uma plataforma onde cada utilizador, baseado no vídeo original, pode criar uma frame à sua escolha. Depois de todas as frames criadas o resultado é o vídeo abaixo. Algumas métricas podem ainda ser consultadas como é o caso de quanto tempo foi investido por cada utilizador na criação da sua “obra”.

Há diferentes vídeos para consultar, entre os quais:

  • Frames mais bem classificadas
  • Frames com mais pinceladas
  • Frames mais recentes
  • Frames abstractas
  • etc.
    Para visualizar o vídeo basta clickar sobre imagem abaixo:

johnny_cash

 

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Download e Customização de Aplicações Web – Comparação de Serviços de Mapas: CAOP!

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Para quem já utilizou o ArcGIS.com sabe que poderá construir os seus mapas e as suas aplicações online neste portal. Poderá então partilhá-las ou embebê-las nos seus próprios sites através de um simples copy-paste de código.

Há pouco tempo foi lançada uma novidade neste portal. A ideia é, para além de podermos usar as aplicações online, criar as nossas próprias aplicações com base em templates que poderemos fazer download e customizar.

Antes de usar os templates é necessário um pequeno registo, gratuito, no ArcGIS.com e a colocação (se assim o desejarmos) dos nossos dados ou de apontadores para os nossos serviços de mapas. Mais informações aqui.

 

imageUm exemplo, no link abaixo, usa três serviços de mapas criados a partir dos dados da CAOP (Carta Administrativa Oficial de Portugal) disponibilizados pelo IGP – Instituto Geográfico Português. Esta aplicação permite ao utilizador navegar por três mapas distintos e sincronizar quer a escala quer a legenda entre eles.

 

 

imageApós entrar no link abaixo selecione as opções de sincronização pretendidas no final da página ou com o botão direito sobre qualquer um dos mapas. Poderá também obter informação como a Descrição, Conteúdos e Legenda, ativando as respectivas caixas de escolha.

Poderá ainda inquirir o Mapa usando a típica ferramenta de identify que, neste caso, irá inquirir automaticamente os três mapas no mesmo local.

image

 

Aceda à aplicação aqui: http://www.sandrobatista.com/demos/CAOP/index.html

O que foi preciso para criar esta aplicação?

  1. Criar a conta no site da Esri
  2. Registar a conta no ArcGIS.com
  3. Fazer download dos dados da CAOP
  4. Disponibilizar os serviços via ArcGIS.com
  5. Partilhar os serviços e fazer download do código javascript do Template
  6. Customizar algumas parte do Template, especificamente o ID do nosso Mapa
  7. Publicar online e usar!
    Ideias para sites como estes?
    Montem os vossos próprios sites e partilhem-nos aqui!
      Passo 5 – Partilhar serviços e download de Código

          

        Passo 6 – Costumização do Template
          Passo 7 – Publicar online e Usar!

        Planeamento Urbanístico Tridimensional – Um caso de uso do início ao fim

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        imageHá pouco tempo partilhei aqui um novo livro, grátis, da Esri sobre GeoDesign. Podem fazer download deste livro aqui.

        Hoje quero partilhar uma demonstração, em vídeo, onde podem ver como a tecnologia pode aplicar, de uma forma simples, as boas práticas do GeoDesign ao mundo real.

         

        No vídeo abaixo (também disponível no youtube) é mostrado como é possível fazermos um planeamento urbanístico sustentável tendo por base boas práticas de GeoDesign e uma percepção mais real de todas as fases do estudo.

        imageVárias ferramentas de modelação são utilizadas e todas elas num ambiente a três dimensões. A sua utilização é intuitiva e sempre orientada ao “negócio”, tornado esta tecnologia num parceiro ideal para quem está por detrás do planeamento de cidades ou de grandes áreas urbanizáveis.

         

        Algumas ferramentas demonstradas são:

        • Criação, armazenamento e gestão de dados efectiva;
        • Segmentação automática de edifícios nos seus diferentes andares para uma análise não apenas exterior mas também interior ao edifício;
        • Modelos para encontrar melhores localizações;
        • Análise de visibilidade;
        • Análise de impacte da criação de novas entidades a um nível mais macro mas também a um nível mais fino (análises dentro dos edifícios).

        image image image

        Este vídeo mostra assim as potencialidades do uso destas boas práticas conseguindo mapear para um cenário no mundo real um planeamento urbanístico mais eficiente tendo por base todo o conhecimento geográfico intrínseco a este tipo de operações.

          image

        Já utilizaram este tipo de Tecnologia?

        Será útil para o vosso trabalho?

        Planeamento Urbanístico Tridimensional

        Criar Aplicações Geográficas para a Internet usando um Mac

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        Há cerca de um ano atrás publiquei aqui um post sobre a possibilidade de executar software ArcGIS num Mac.

        Hoje partilho convosco como é simples a construção duma aplicação geográfica e sua publicação para a internet usando um Mac.

        Nesta abordagem vou usar um Mapa previamente criado e partilhado no ArcGIS.com e depois construirei um pequeno visualizador em Javascript que consome esse Mapa. A ideia não é fazer toda a aplicação de raiz mas sim usar os templates disponíveis no ArcGIS.com. Todo o processo foi feito, em muito pouco tempo, usando um Mac e as seguintes ferramentas:

        • Edição do ficheiro HTML usando o SDK para developers da Apple (recorri a este software mas poderia ter sido usado um qualquer editor de texto);
        • Classic FTP for Mac para transferência dos ficheiros para o servidor;
        • Safari para testar a aplicação.

        O procedimento foi:

        ArcGIS.com

        Aceder ao ArcGIS.com (instruções)

        Share a Map on ArcGIS.com

        Pesquisar pelo Serviço de Parques de Cidade e abri-lo no ArcGIS.com colocando o Serviço de Ortofotomapas como informação de contexto.

        Share a Map on ArcGIS.com

        À esquerda encontra-se o resultado do Mapa Final (no próprio visualizador do ArcGIS.com).

        Para poder partilhar este mapa basta guardá-lo com o botão Save e de seguida usar o botão Share.

        Share a Map on ArcGIS.com Após partilharmos o Mapa é gerado um endereço reduzido http://bit.ly/atHccT que poderá ser enviado por mail, twitter ou facebook para quem desejarmos.

        Para além desta partilha é possível obter código html para embebermos em qualquer site ou, ainda, criar uma aplicação com base em templates.

        Template ArcGIS.com Se escolhermos criar uma aplicação surge uma janela com diferentes templates já criados.

        Cada template possui a opção de preview e download. Deste modo é possível verificarmos como ficará o nosso Mapa na aplicação escolhida antes de fazermos qualquer download.

        Template ArcGIS.com Se escolhermos fazer download do template surge uma janela explicativa do processo a seguir e uma informação bastante importante que é o identificador único do nosso Mapa.

        Neste caso o identificador do Mapa é: 0d83ab48e5394d9bb0dae9d092d0ab93

        Template Javascript Esri O download consiste num ficheiro comprimido, com a extensão Zip e os seus conteúdos variam conforme o template escolhido. Neste caso os conteúdos são os da imagem à esquerda.
        Edição de aplicação Javascript Esri Podemos agora customizar estes ficheiros. Neste caso, vou apenas alterar o ficheiro index.html. Este ficheiro poderá ser editado em qualquer editor de texto mas, para ser mais simples e produtivo, usei o editor existente no SDK da Apple.
        Edição de aplicação Javascript Esri Alterei o identificador do mapa para o fornecido anteriormente 0d83ab48e5394d9bb0dae9d092d0ab93 e alterei também o título e subtítulo.
        Edição de aplicação Javascript Esri Alterei Legend para Legenda.
        Edição de aplicação Javascript Esri Alterei created by para Criado por e guardei as alterações ao ficheiro.
        Aplicação Javascript no Safari Abri o ficheiro com o Safari para testar se estava tudo como eu pretendia.
        Classic FTP Usando o software Classic FTP transferi os ficheiros para o servidor web.
        Aplicação Javascript no Safari Por fim abri o ficheiro transferido no Safari. Tudo estava como pretendido e inicialmente previsto.

         

        Resumindo:

        • Aceder a um Mapa online
        • Fazer download de um Template
        • Customizar o template
        • Publicar no Servidor

        Depois destes passos é só mesmo partilhar o URL com quem quiserem. Neste caso o endereço final é: http://sandrobatista.com/demos/JavascriptMAC/

        Tendo este endereço é possível aceder à aplicação em qualquer lugar, em qualquer browser e em qualquer máquina! Esta aplicação, visto ser em Javascript, pode ser consultada em diferentes dispositivos desde computadores desktop, portáteis, notebooks, telemóveis windows phone, telemóveis android, Tablets, iPhones, etc.

        Aproveitei para ver no iPad e vejam o resultado:

        iPad: SafariiPad: Aplicação Javascript

        Quem? Onde? Quando? Como? E Se?

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        Estas são as perguntas essenciais que, devidamente respondidas, nos permitem: Planear, Decidir e Agir!

         

        Planear > Decidir > Agir, Sandro Batista, APDCPlanear > Decidir > Agir, Sandro Batista, APDCPlanear > Decidir > Agir, Sandro Batista, APDCPlanear > Decidir > Agir, Sandro Batista, APDCPlanear > Decidir > Agir, Sandro Batista, APDC

         

        Este foi o tema da apresentação que tive oportunidade de fazer no 20º Congresso das Comunicações, organizado pela APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações. O tema deste congresso foi RESTART – Portugal precisa de se reinventar para preparar o futuro.

         

        Quem? Onde? Quando? Como? E Se? Sandro Batista, APDC Quem? Onde? Quando? Como? E Se? Sandro Batista, APDC Quem? Onde? Quando? Como? E Se? Sandro Batista, APDC

         

        A apresentação foi feita num formato pouco usual, o formato Pecha-Kucha 20×20.

        O formato Pecha-Kucha vive de IMAGENS – 20 imagens, cada uma apresentada em 20 segundos, com passagem automática. Uma apresentação audiovisual muito forte (imagens simples) coordenada com uma grande preparação no discurso para os 6 minutos previstos.

        Partilho aqui, com todos, a apresentação que foi feita:

        It’s all about Location!

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        location_sandrobatistaOntem tive a oportunidade de fazer uma sessão sobre Localização para o Google Technology User Group Portugal.

        Numa perspectiva de partilha e para que todos os que não conseguiram estar presentes tenham a possibilidade de assistir aos slides, adiciono-os aqui:

         

        Apresentação em Português:

         

        Apresentação em Inglês:

        GeoNames e Google Fusion Tables

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        geonames

        Muito provavelmente muitos de vocês já conhecem o site http://www.geonames.org/.

        Neste site podem fazer download gratuito de vária informação de diferentes países, nomeadamente de Portugal. Para Portugal existem cerca de 25 mil registos de localidades e pontos de interesse! Podem fazer o download de um ficheiro ZIP contendo todas estas localizações (em formato TXT) aqui: http://download.geonames.org/export/dump/PT.zip

        Eu efetuei o download deste ficheiro ZIP e adicionei todos os dados, os 25 mil registos, a uma nova tabela do Google Fusion Tables. O procedimento foi:

        • Download do ZIP
        • Abrir o ficheiro TXT no Excel
        • Eliminar algumas das colunas desnecessárias
        • Adicionar uma linha com cabeçalhos identificativos dos atributos
        • Acrescentar uma nova coluna LOCATION que concatena o campo de Latitude com Longitude (será usada para fazer o geocoding)
        • Salvar como ficheiro CSV
        • Importar a tabela no Google Fusion Tables

        Podem ver o resultado final aqui: http://www.google.com/fusiontables/DataSource?dsrcid=635993&pli=1

        Mas, é apenas uma tabela! E eu não gosto nada de tabelas! Smile

        imageE que tal brincar um pouco com as funcionalidades do Google Fusion Tables relacionadas com o mapeamento de informação sobre um mapa? Para tal basta ir ao menu Visualize e mudar a vista para Map (o campo para Geocoding é o Location) e caso seja pretendido colocar o certo na caixa de seleção de Heatmap! Na vista de mapa poderão ainda escolher simbologia diferente para cada Tipo de local bastando acrescentar um novo campo com essa classificação. Algo bastante interessante é também a aplicação de filtros aos dados da tabela!

        Experimentem e tenham alguma calma uma vez que estamos a mapear, on-the-fly, 25 mil registos!

        Map

        image

        Heatmap

        image

        Como é habitual, é fornecido o código html que pode ser usado para embeberam o mapa final numa página no vosso site. Podem ver um exemplo aqui: http://www.sandrobatista.com/demos/geonames.html

        Sandro

        Post relacionado: It’s all about Location (apresentação para GTUG Portugal)

        Photosynth para Dispositivos Móveis!

        Em destaque

        imageJá todos conhecem a aplicação Photosynth da Microsoft? Para quem não está familiarizado, esta aplicação permite a criação de vistas panorâmicas através de simples fotografias a duas dimensões. Basta tirar umas quantas fotografias a uma determinada zona, fazer o upload em http://photosynth.net/ e, com pequenos ajustes, esperar que a aplicação componha a vossa paisagem com as vossas fotografias! Funciona mesmo, experimentem!

        3302.Photosynth_App_01.jpg-550x0Esta aplicação não é nenhuma novidade e já existe há bastante tempo! Hoje foi lançada a sua versão móvel. Basicamente, esta aplicação móvel permite que vão tirando as fotografias a uma determinada paisagem e, em tempo real, verificando como está a ficar a composição! Algo bastante interessante!

        Caso desejem ou necessitem, poderão sempre georreferenciar estas imagens e “colocá-las em contexto” para posteriormente construírem os vossos ambientes virtuais!

        Fica aqui um vídeo onde podem ver uma explicação pormenorizada da aplicação: http://video.msn.com/?mkt=en-us&vid=286219d4-1988-4479-816f-12e36d18b514&src=SLPl:share:SLPl:share:permalink&from=sharepermalink-SLPl:share:permalink

        Mais detalhes aqui: http://www.bing.com/community/site_blogs/b/search/archive/2011/04/18/capture-panoramas-anywhere-you-go-with-the-photosynth-app-and-share-on-bing.aspx

        2011 em Mosaico

        Desejo a todos um Feliz 2012 repleto de conquistas quer a nível Pessoal quer a nível Profissional!

        2011 foi um ano com várias mudanças a diferentes níveis nomeadamente no que diz respeito a uma aposta cada vez maior, por parte de todos os profissionais, nas redes sociais e nos reais benefícios que estas lhes podem oferecer.

        Deixo-vos uma pequena imagem (e respectivo código que pode ser usado em qualquer site/blog) que criei usando uma ferramenta gratuita http://sxoop.com/twitter/ e com o qual podem, de uma forma simples e agradável, visualizar todos os vossos seguidores de uma das redes mais importantes de hoje em dia, o Twitter.

        Experimentem e criem o vosso!

         

        SIG e Geoestatística

        lusofonaConhecem bons exemplos da combinação de SIG com Geoestatística? Antecipando a celebração do GIS Day, vai ter lugar dia 15 de Novembro, no Auditório da Biblioteca Victor de Sá, na Universidade Lusófona o 42º Geoforum.

        Serão apresentados dois casos de uso, o primeiro, Mapa de Risco de Radão por Modelação Geoestatística, pela Heloísa Fonseca e depois SIG no Cálculo da Incerteza de Estimação Estatística pela Ana Amorim.

        Apareçam, a entrada é gratuita!

        12 aplicações BlackBerry grátis

        Possuem um BlackBerry? Se sim devem ter sentido a quebra de serviço que ocorreu há uns dias atrás. Inicialmente julgava ser um problema do meu telemóvel mas afinal foi algo com um impacto global.

        Para compensar de alguma forma os seus utilizadores, a BlackBerry (RIM – Research in Motion) está a oferecer, a partir de hoje 19 de Outubro e até final do ano, 12 aplicações no valor aproximado de 100 dólares. Podem saber mais detalhes neste comunicado de imprensa. Para adquirirem estas aplicações basta acederem ao BlackBerry App World no vosso telemóvel.

        As aplicações são:

        • SIMS 3 – Electronic Arts
        • Bejeweled – Electronic Arts
        • N.O.V.A. – Gameloft
        • Texas Hold’em Poker 2 – Gameloft
        • Bubble Bash 2 – Gameloft
        • Photo Editor Ultimate – Ice Cold Apps
        • DriveSafe.ly Pro – iSpeech.org
        • iSpeech Translator Pro – iSpeech.org
        • Drive Safe.ly Enterprise – iSpeech.org
        • Nobex Radio™ Premium – Nobex
        • Shazam Encore – Shazam
        • Vlingo Plus: Virtual Assistant – Vlingo

        Uma pequena Homenagem

        Resolvi alterar o tema do Blog em Homenagem a um dos grandes inspiradores que tivemos a infelicidade de perder no dia de ontem! Steve Jobs foi sem dúvida alguém que, para além de conceber maravilhosos produtos e visões, contribuiu para que muitos outros conseguissem fazer algo de novo, algo de diferenciador, algo que nos ajuda aos poucos a mudar e a melhorar o mundo!

        Entre muitas conselhos, dicas e visões, deixo-vos uma simples, direta mas que só poderá ser atingida com muito trabalho, arrojo e coragem: “Do Something Great!

        fundo_mac

        Para quem usa wordpress, podem ler este post para saberem mais informações sobre este tema!

        Esri User Conference 2011

        image

        Encontra-se a decorrer a Esri User Conference 2011 em San Diego. Para quem não teve a possibilidade de assistir ao vivo à sessão plenária aqui fica o vídeo: http://www.esri.com/events/user-conference/agenda/videos/part1.html

        Podem encontrar outros vídeos desta sessão aqui: http://www.esri.com/events/user-conference/agenda/plenary-videos.html

        Novo Mapa de Base do Oceano

        A Esri disponibilizou recentemente um novo Basemap dos Oceanos para todos aqueles que necessitem de trabalhar em áreas que envolvam batimetria, ciência marítima e conservação ou cartografia dos oceanos!

        Para além destas especializações, este serviço gratuito pode ser usado como fundo para todos os vossos mapas enriquecendo-os bastante graficamente!

        Para aceder ao serviço basta seguir um dos seguintes links:

        Podem também construir as vossas aplicações web através do ArcGIS.com e adicionar este serviço aos vossos dados! Para tal basta aceder ao ArcGIS.com, criar um novo mapa, ir aos conteúdos, pesquisar por Ocean e adicionar o tema.

        Experimentem esta aplicação onde podem explorar este serviço – http://tinyurl.com/mapa-oceano-portugal

        image

        Censos 2011 :: Resultados Preliminares

        imageOs principais resultados dos Censos 2011 já se encontram disponíveis!

        Podem explorá-los no site do INE – Instituto Nacional de Estatística – mas também no SAPO Mapas.

        Para acederem à aplicação interativa do INE basta seguiram este link: http://www.ine.pt/scripts/flex_v10/Main.html

         

        O SAPO Mapas conta desde já com seguintes indicadores:

        • População presente (N.º) por Local de residência e Sexo; Decenal;
        • População residente (N.º) por Local de residência e Sexo; Decenal;
        • Famílias (N.º) por Local de residência; Decenal;
        • Alojamentos (N.º) por Localização geográfica; Decenal;
        • Edifícios (N.º) por Localização geográfica; Decenal;

        Para acederem basta seguirem este link: http://mapas.sapo.pt/

        Bing Spatial Data Services

         

        Já conhecem os Bing Spatial Data Services (SDS)? Através destes serviços REST é possível fazer Geocoding, Armazenar e Inquirir dados Geográficos. Utilizando diferentes API’s é possível, de uma forma simplificada, efetuar todas as tarefas com apenas pedidos HTTP (passando diferentes parâmetros por URL).

        Alguns dos benefícios destes serviços:

        1. SDS é uma API RESTful: É fácil de aprender e não se torna necessário qualquer tipo de descodificação a nível de WSDL ou SOAP;
        2. Os SDS realizam as suas tarefas no Bing Maps Content Delivery Network (CDN): Ao usarmos as API para gestão de dados (Data Source Management APIs) estamos a replicar os nossos dados em 19 nós diferentes espalhados pelo mundo (ver figura abaixo). Do mesmo modo, quando há um pedido de inquirição (SDS Query API) por parte da nossa aplicação, este pedido será enviado para o nó mais próximo acelerando bastante todo o processo.

        5482.MigrationtipSDS_62C6D5CA

        Esri disponibiliza a File Geodatabase API

        A Esri disponibilizou no passado dia 3 de Junho a tão esperada File Geodatabase API.

        Um dos principais objectivos desta API é permitir aos utilizadores acederem ao formato File Geodatabase da Esri sem ser necessário recorrer a ArcObjects. Deste modo os programadores poderão criar aplicações autónomas que usem este tipo de formato de dados sejam elas a 32 bits, a 64 bits e quer em Windows como Linux.

        Com esta nova API é possível:

        • fileAPI2Criar novas Base de Dados
        • Ler todo o esquema de uma Base de Dados existente
        • Criar diferentes esquemas para features do tipo simples
        • Ler, Editar e Remover dados contidos na Base de Dados
        • Executar queries quer por atributos quer espaciais

        Podem obter mais informações neste endereço: http://resources.arcgis.com/content/geodatabases/10.0/file-gdb-api